27 de abril de 2020

“Quem faz a história do Instituto Alcoa são as pessoas”


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A edição atual do “Histórias que Inspiram” se dá no momento da celebração dos 30 anos do Instituto Alcoa. São histórias de vida de funcionários, voluntários, representantes de organizações beneficiadas, líderes comunitários e outros atores fundamentais que se cruzam com a trajetória do Instituto e a fazem ainda mais especial.

Nesta edição, confira a história de Suzana Sheffield, que viu o IA nascer e, por mais de 20 anos, contribuiu para a construção de uma história que desde o início prioriza os encontros.

Personagem: Suzana Sheffield, ex-vice-presidente do Instituto Alcoa

A história da vida e da carreira de Suzana Sheffield se confunde com a história do Instituto Alcoa. A ex-vice-presidente do IA, aposentada em 2013, acompanhou o nascimento da instituição em 1990.

“Falar do Instituto Alcoa enche meu coração de alegria e muito amor. Eu ajudei a criar esse instituto junto com um grupo muito especial de pessoas e também uma logística muito bem organizada, espelhada na Alcoa Foundation, nossa fundação americana. Com muito orgulho posso dizer que a nossa versão deu muito certo por conta do envolvimento de tantas pessoas comprometidas das comunidades.”

Para Suzana, o engajamento de pessoas dos territórios de atuação da Alcoa na operação do Instituto é a ‘chave do sucesso’ de uma trajetória que completa 30 anos em 2020.

Dos líderes aos operadores, passando pelos voluntários em todos os territórios, sempre envolvemos todas as pessoas em tudo que fizemos. Isso ultrapassa a alocação de recursos e a realização de projetos. Ao longo de todos esses anos, nós destinamos muitos recursos a uma enorme diversidade de instituições e projetos. Os meus prediletos são aqueles que destinam, algumas vezes, menos recursos, mas envolvem tantos funcionários e pessoas com tanto carinho por suas comunidades. Esse é o segredo”, afirma.

Nesse sentido, a ex-vice presidente do Instituto lembra a importância e o papel das equipes líderes nessa equação de engajamento e participação.

“É muito diferente atender à necessidade de uma comunidade rural e à demanda de um centro urbano, são tantas realidades diferentes. O envolvimento dos funcionários e voluntários em cada território sempre foi fundamental para garantirmos o maior conhecimento da realidade local nos nossos projetos. São essas pessoas que fazem toda diferença e tornam a atuação do Instituto em uma história muito bonita.”

Ter feito parte do Instituto Alcoa mudou a vida e a carreira profissional de Suzana, que se formou em Relações Públicas, mas escolheu não atuar na área quando seu caminho se cruzou com o do IA.

“Quando entrei na Alcoa minha vida mudou. Eu, que era Relações Públicas, de repente, virei Relações Comunitárias, algo me colocou em contato com as necessidades e esperanças de tanta gente. É aquela história: você sai de casa de manhã para trabalhar, cumprir suas metas, desempenhar seu melhor. Mas quando o trabalho envolve pessoas e comunidades, você se sente muito beneficiada pela convivência, pelo contato com as diferenças e por fazer parte do impacto que isso gera na vida de tanta gente. Fiz muitos amigos e pude aproveitar todo conhecimento dos parceiros e voluntários envolvidos em cada projeto. É um privilégio fazer o bem e ter o respaldo de uma empresa como a Alcoa.”

Sobre o futuro - tanto do Instituto, quanto do país - Suzana é otimista.

Em momentos difíceis como a pandemia que vivemos, vemos a forca da solidariedade. No Brasil, temos demonstrações grandes de vontade de compartilhar. Nossa sementinha foi depositada e vem se fortificando e florescendo. Antes do coronavírus, as pessoas já sabiam que a nossa força vem da união. Em um momento como esse, os funcionários e voluntários sentem esse incentivo, é algo que vem de um legado deixado pelo Instituto. E não é algo de momento. Estamos todos muito preparados: temos solidariedade e conhecimento suficientes para esperar um futuro melhor para o nosso país.”