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Setembro 15, 2009

Mina de Juruti supera desafios logísticos e inicia operações

O novo empreendimento da Alcoa, no coração da Amazônia, movimentou R$ 3 bi e exigiu grande esforço logístico.

Cerca de 28 milhões de metros cúbicos de terra movimentada, 55 mil metros cúbicos de concreto estrutural, 26 mil toneladas de estruturas metálicas e sete mil toneladas de trilhos. Esses são alguns números da construção da Mina de Juruti, que se iniciou em Julho de 2006 e tem conclusão prevista para meados deste semestre. 

A Alcoa obteve o direito de minerar bauxita na região de Juruti ao adquirir em 2000 a Reynolds Metals Company, que já havia iniciado as atividades de pesquisa mineral nas décadas de 1980 e 1990, para avaliar o potencial de reservas de bauxita. 

Para minerar e transportar 2,6 milhões de toneladas anuais da reserva de Juruti – produção inicial da mina – o empreendimento foi dividido em quatro setores: a área de lavra ou mineração; a planta de Beneficiamento; uma Ferrovia e uma Rodovia de aproximadamente 55 km cada; e um Terminal Portuário localizado a 2 km da zona urbana do município.

Na fase de pico das obras (Outubro de 2008), a Mina de Juruti empregava cerca de 9.500 funcionários, com aproximadamente 80% de paraenses, sendo 30% do próprio município de Juruti. Até hoje, foram 42 milhões de homens-horas trabalhadas, em total conformidade com os padrões de Saúde e Segurança no Trabalho. 

Lavra e Beneficiamento – Em geral, o método de retirada de bauxita é o de decapeamento e lavra a céu aberto em tiras ou faixas. Inicialmente são feitas a remoção da cobertura vegetal, a limpeza da área e a estocagem do solo orgânico para reutilização nas atividades de revegetação da área depois de minerada.

Depois de escavado e retirado do solo, o minério é triturado para pulverização e passa ainda por lavagem, para perder os pedaços de argila e outros componentes do solo misturados à bauxita.

Transporte e carregamento – Após o processo de beneficiamento, o minério será levado ao Terminal Portuário por uma Ferrovia. Foram adquiridas duas locomotivas diesel-elétricas, com 3.300 HP de potência bruta e 3.000 HP de potência de tração, para conduzir os 40 vagões que irão transportar a bauxita. Ao chegar ao Terminal Portuário, a bauxita é distribuída em pátios de minério, onde perde a umidade e aguarda para poder ser embarcada no navio.

Todo esse processo não envolve qualquer transformação química do minério, ou seja, o concentrado tem em sua composição os mesmos minerais (óxidos hidratados de alumínio, alumino-silicatos, sílica etc.) encontrados no subsolo.

Recuperação das áreas – A mineração de bauxita é planejada de modo a compatibilizar a atividade e o respeito ao ambiente. A retirada da cobertura vegetal será feita cuidadosamente, de modo que possa ser recolocada ao término do uso do solo, após a mineração da bauxita.

A distribuição da terra será uniforme para criar condições necessárias para revitalizar a atividade biológica e o ciclo natural de nutrientes da área minerada. A flora será restabelecida no ecossistema e monitorada pela empresa para que seja reconstituída da forma mais próxima à original.

O reflorestamento das áreas irá ocorrer simultaneamente ao avanço das frentes de lavra. Estima-se que, em no máximo dois anos, após o término da operação, as áreas ocupadas pelo projeto estejam reflorestadas, com os plantios já realizados.

Sobre a Alcoa
Há 44 anos no Brasil, a Alcoa Alumínio S.A. é subsidiária da Alcoa Inc., líder mundial na produção e transformação do alumínio, que atua nos mercados aeroespacial, automotivo, embalagens, construção, transportes comerciais e no mercado industrial. Além de alumina e alumínio primários, a Alcoa fabrica produtos transformados como laminados e extrudados, bem como rodas forjadas, sistemas de fixação, fundidos de superligas e de precisão, estruturas e sistemas para construções. A Companhia possui aproximadamente 63 mil funcionários em 31 países e integra pela sétima vez consecutiva o Índice Dow Jones de Sustentabilidade. A Alcoa foi eleita pela quinta vez consecutiva uma das empresas mais sustentáveis do mundo no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça e é uma das fundadoras da Parceria Americana pela Ação Climática (USCAP-United States Climate Action Partnership), uma associação composta por importantes companhias e ONGs ambientais norte-americanas que lutam pela redução significativa das emissões de gases causadores do efeito estufa.

Na América Latina e Caribe, a Alcoa conta com mais de sete mil funcionários e opera em seis estados brasileiros - Pernambuco, Minas Gerais, Maranhão, Pará, São Paulo e Santa Catarina - incluindo uma nova mina de bauxita, que está sendo instalada em Juruti-PA. Possui operações também na Jamaica, Suriname e Trinidad & Tobago. Além das usinas de Barra Grande e Machadinho, a Alcoa tem participação nos consórcios das hidrelétricas em construção de Estreito, na divisa do Tocantins e Maranhão; e Serra do Facão, entre os estados de Goiás e Minas Gerais. Em 2009 a Alcoa foi incluída pela nona vez entre as Melhores Empresas para se Trabalhar no Brasil, pelo Instituto Great Place to Work, Em 2007 foi uma das "empresas mais admiradas do Brasil", segundo pesquisa publicada pela revista Carta Capital; e destaque no ranking das 500 Melhores Empresas da revista Dinheiro, em 2008. A mesma revista incluiu a Alcoa em sua lista das 50 Empresas do Bem. Também foi reconhecida no Guia de Boa Cidadania Corporativa 2006, publicado pela revista Exame, nas áreas de Valores e Transparência e de Governo e Sociedade. Mais informações sobre a Alcoa podem ser encontradas no site www.alcoa.com.br.

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