A Mina de Bauxita de Juruti está localizada no Oeste do Estado do Pará, no coração da Amazônia. Juruti (PA), município fundado em 1883, situado à beira do Rio Amazonas, conta com uma população de cerca de 47 mil habitantes (IBGE, Censo 2010) dos quais cerca de 31.000 residem nas 150 comunidades rurais da região. Tradicionalmente, sua economia está baseada no cultivo da mandioca, pesca, pecuária e extrativismo.

O projeto de mineração e beneficiamento de bauxita da Alcoa foi originado em 2000, quando a Alcoa Inc. adquiriu a Reynolds Metals. Por meio de sua subsidiária, a então Omnia Minérios, foram iniciadas as atividades de pesquisa mineral no município com o objetivo de avaliar o potencial de reservas de bauxita lá existentes, numa área aproximada de 270 mil hectares, formada por vários platôs entre Juruti e Santarém. A confirmação das reservas foi intensificada numa área de 50 mil hectares, que compreendia os platôs Capiranga, Guaraná e Mauari.

Sua concepção e operação foram desenvolvidas em parceria com respeitadas instituições dedicadas aos temas de sustentabilidade com a proposta de implementar em Juruti um modelo de desenvolvimento local sustentável e estabelecer novos paradigmas da atividade de mineração na Amazônia. 

Estudos e Licenças
A Mina de Bauxita de Juruti já nasceu tendo o diálogo com a comunidade como elemento norteador de todas as suas ações. Para licenciamento da Mina de Bauxita de Juruti em 2005, após a realização dos Estudos de Impacto Ambiental (EIA) e a elaboração do Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), a Alcoa realizou várias reuniões com líderes comunitários, instituições públicas e privadas, e outras partes interessadas. As reuniões foram esclarecimentos preliminares às três audiências públicas realizadas para a definição da implantação do empreendimento, oportunizando não somente aos moradores de Juruti (PA), como também os de Santarém e de Belém participarem desta decisão.

A partir de então, foram elaborados os Planos de Controle Ambiental (PCAs), o conjunto de benefícios infraestruturais da Agenda Positiva e o Modelo Juruti Sustentável como ações de compensação socioambiental da instalação e operação da Mina de Bauxita de Juruti. Ainda no mesmo ano, foram concedidas as Licenças Prévias e de Instalação pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Pará. Em 2009 foi concedida a Licença de Operação e, com isso, o empreendimento foi inaugurado iniciando suas atividades de mineração.
Planos de Controle Ambiental
Como parte de suas obrigações legais junto ao órgão licenciador - a SEMA -, a Alcoa executa 35 programas que integram os Planos de Controle Ambiental (PCAs), disponibilizando recursos da ordem de R$ 30 milhões. São programas nos âmbitos socioeconômico, biótico, físico e gerencial, que minimizam impactos e potencializam fatores positivos do empreendimento, sendo desenvolvidos desde a implantação da Mina de Bauxita de Juruti.

As atividades, agora na fase de operação, fazem parte do Plano de Gestão Socioambiental (PGSA) e pretendem tornar os trabalhos de pesquisa e monitoramento referências na Amazônia. Os programas abrangem desde o monitoramente contínuo sobre a fauna, flora, água, ar e ruídos na área de influência direta do empreendimento, até ações de qualificação de mão de obra e de fornecedores locais, além do fortalecimento da agricultura familiar e atividades de educação patrimonial, por exemplo, configurando-se num amplo e rígido plano de compensações socioambientais.

Todas as atividades são desenvolvidas com a participação voluntária de organizações locais e a comunidade, garantindo a definição das estratégias de atuação e metodologias em sinergia com as vocações e demandas locais.
Agenda Positiva
Para promover a melhoria da qualidade de vida a partir de investimentos em infraestrutura, a Alcoa elaborou e implantou a Agenda Positiva em parceria com a comunidade, a Prefeitura Municipal e a Câmara Municipal de Juruti. Com investimento de R$ 69 milhões, a Agenda Positiva é um pacote de ações infraestruturais que contempla as áreas de Saúde, Segurança e Justiça, Educação e Cultura, Infraestrutura Urbana e Rural, e Ação Social. É um conjunto de ações voluntárias da Companhia, desenvolvidas em atendimento aos principais anseios da população local manifestados durante as audiências públicas que resultaram no licenciamento de implantação da Mina de Juruti, ocorridas em 2005.

As ações estão em pleno desenvolvimento e como exemplos das estruturas já disponibilizadas pela Agenda Positiva à comunidade pode-se citar a construção do Fórum de Justiça de Juruti e do alojamento da Polícia Militar, e a reforma e ampliação do Hospital Municipal Francisco Rodrigues Barros, além da instalação de microssistemas de abastecimento de água nos pontos mais populosos da cidade.
Modelo Juruti Sustentável
Em conjunto com o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), a Fundação Getulio Vargas (FGV) e o World Resources Institute (WRI), a Alcoa incentivou a criação do Modelo Juruti Sustentável, composto por um conselho consultivo (Conselho Juruti Sustentável), um sistema de indicadores de desenvolvimento para monitorar e diagnosticar a dinâmica local e um fundo de financiamento (Fundo Juruti Sustentável) para apoiar projetos de organizações sociais que promovam a sustentabilidade na região. A Alcoa está plantando hoje as sementes que continuarão a crescer e logo farão florescer o desenvolvimento sustentável de Juruti, mesmo após o término das operações, calculado em 70 anos.
Para saber mais acesse:
Conselho Juruti Sustentável - http://www.conjus.org.br

Indicadores de Desenvolvimento - http://www.indicadoresjuruti.com.br/site/index.php

Fundo Juruti Sustentável - http://www.funbio.org.br/o-que-fazemos/projetos/programa-juruti-sustentavel-funjus-e-conjus

Produção
Juruti conta com um dos maiores depósitos de bauxita de alta qualidade do mundo com um potencial de cerca de 700 milhões de toneladas necessárias para atender à crescente demanda de mercado e aos projetos de crescimento das operações da Alcoa. A qualidade da bauxita identificada na região, aliada à extensão da ocorrência, ás condições logísticas e de escoamento da produção, e ao modelo operacional sustentável adotado pela Alcoa, permitiram uma avaliação econômico-financeira positiva do empreendimento, que levou a Companhia a decidir por sua implantação no município. A produção inicial da Mina de Bauxita de Juruti foi planejada para atingir 2,6 milhões de toneladas métricas por ano, mas a unidade tem batido recordes nesse quesito, e atualmente trabalha com a capacidade de produtiva de cerca de 4 milhões de toneladas/ano.
Opinião pública
Por duas vezes consecutivas as pesquisas de opinião pública realizadas pelo Instituto Brasileiro de Opiniões e Pesquisa (IBOPE) em Juruti, em 2008 e 2010, , demonstraram que a maioria da população do município é favorável ao empreendimento da Alcoa. Em 2008, o Ibope indicou que 89% da população da cidade encara de forma positiva a instalação da mina de bauxita da Alcoa no local. Em 2010, os resultados apontaram para 91% de favorabilidade.

O maior desafio da Alcoa em Juruti é conquistar diariamente o direito de operar o empreendimento, garantindo o crescimento da região. Sustentabilidade é a marca da Mina de Bauxita de Juruti, apoiada nos três pilares da Alcoa: excelência ambiental, responsabilidade social e sucesso econômico.
Mina de Bauxita de Juruti:Lavra
A exploração do minério de bauxita é realizada aplicando-se o método de lavra em tiras, com o objetivo de aproveitar racionalmente as reservas de bauxita e reduzir o impacto ambiental. Nesse método, o solo orgânico, o estéril e o minério são removidos, ao longo de cortes paralelos, de pequena largura e grandes comprimentos. À medida que a lavra avança, o estéril é removido e depositado na tira anterior já lavrada e, posteriormente, recoberto com o solo original para replantio de espécies da flora nativa. A primeira área minerada no projeto é o platô Capiranga.
Beneficiamento
As instalações industriais da área de Beneficiamento de bauxita, composta por unidades de britagem, lavagem (desagregação, peneiramento, ciclonagem e filtragem) e pátios de estocagem, estão situadas a cerca de 55 quilômetros da cidade de Juruti.
Ferrovia
A Ferrovia tem 55 quilômetros de extensão, operando composição com locomotiva e 40 vagões com capacidade para 80 toneladas cada. Cerca de 15 quilômetros da Ferrovia foram construídos paralelamente às Rodovias PA-192/ PA-257/ PA-260, onde foram introduzidas melhorias como asfalto. No trecho urbano da PA-257, foram também implantadas ciclovias.
Porto
O terminal portuário de Juruti tem capacidade para receber navios de até 55 mil toneladas, similares aos que navegam no Canal do Panamá. A estrutura do Porto está localizada ao lado da cidade, às margens do Rio Amazonas, inserida no contexto da comunidade.
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Parceria entre Poder Público, empresas privadas e sociedade civil organizada de Juruti resulta no Plano Municipal de Enfrentamento à Violência Doméstica e Sexual Contra Crianças e Adolescentes de Juruti. clique aqui

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Conheça o caminho que a bauxita da Mina de Juruti percorre, da lavra até o carregamento no navio.
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Inauguração das Instalações da Mina de Bauxita de Juruti

Alcoa inaugura a Mina de Bauxita de Juruti, no Oeste do Pará, aprofundando seu compromisso com o País e com o desenvolvimento sustentável. Veja as iniciativas que a Companhia tem realizado, desde o início do projeto, em parceria com a sociedade.
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