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Depois de mudanças na legislação brasileira nos anos 90, empresas privadas passaram a ter a oportunidade de investir em consórcios para geração e transmissão de energia a custos bastante competitivos. A medida contribuiu não só com a expansão dos negócios, mas também para a sua sustentabilidade.
Nessa linha, vale ressaltar a relevância da energia no processo produtivo. Trata-se de um insumo fundamental na produção de alumínio, pois possibilita a transformação da alumina em alumínio primário.
Com relação às hidrelétricas, importante destacar ainda os investimentos efetuados. A Alcoa possui participação de 25,74% no Consórcio da Usina Hidrelétrica Machadinho. Além disso, é detentora de 42% da usina de Barra Grande. Com participação acionária também na usina de Serra do Facão, em Goiás, e a entrada em operação em Estreito (na qual possui 25,49% de participação acionária), a Alcoa terá 70% em autossuficiência no Brasil. Essa energia supre a necessidade da unidade de Poços de Caldas e parte do consumo da Alumar. O restante é obtido por meio de contrato com a Eletronorte.
A companhia investe em energia há mais de 100 anos e a nova gestão global da Alcoa está focada neste tema. Todos esses investimentos já totalizam US$ 1,250 bilhão. No Brasil, nos últimos cinco anos, a Alcoa investiu mais de R$ 5 bilhões, incluindo-se as hidrelétricas Serra do Facão (GO) e Estreito (MA/TO), mina de bauxita, em Juruti (PA) e a expansão da refinaria de alumina em Alumar (MA). Esses investimentos, que prosseguiram mesmo durante a crise econômica global de 2008/09, demonstram comprometimento da Alcoa com o Brasil e a disposição de sempre buscar caminhos sustentáveis para o desenvolvimento.
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