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Mas a Alcoa não se satisfaz com as conquistas já alcançadas e trabalha em diversas frentes para melhorar seu desempenho ambiental enquanto exerce de forma atuante seu papel numa sociedade que terá que se mover na direção de uma economia de baixo
carbono.
- Os pesquisadores da Companhia estão empenhados em desenvolver a tecnologia de Anodos Inertes para o processo de redução da alumina. Quando desenvolvida com sucesso, essa tecnologia permitirá à Alcoa no mundo inteiro diminuir em 50% ou mais as suas emissões de GEEs em relação a
1990;
- A Companhia também está buscando fontes de energia com impacto ambiental reduzido. A fábrica de Poços de Caldas tem projeto e está em processo de negociação com a Gasmig para substituir o óleo combustível por gás natural. Em São Luis, na Alumar, além da substituição de óleo diesel por flexgas na fábrica de anodos, também está em desenvolvimento um projeto para substituição parcial por biomassa, do carvão mineral atualmente utilizado. Somente esse projeto tem o potencial de reduzir em aproximadamente 15% todas as emissões anuais de GEEs da Alcoa no Brasil em um prazo de três a cinco anos. Em mais longo prazo maiores reduções poderão ser obtidas mediante a adoção de novas tecnologias como a gaseificação de biomassa ou a instalação de caldeiras de alta pressão para queima de
biomassa;
- Outro ponto a ser considerado é o ciclo de vida do alumínio. Na Alcoa a reciclagem interna alcança praticamente 100%, ou seja, todas as perdas de alumínio — decorrentes, por exemplo, do processo de extrusão — são refundidas e voltam à produção. Os produtos fabricados pela Empresa contam com aproximadamente 30% de alumínio reciclado de fontes externas e existe potencial para aumentar esse percentual para 50% até 2020;
- Além de já ter executado o inventário das emissões relacionadas à produção do alumínio, a Alcoa já iniciou o mapeamento das emissões associadas a seus produtos. Sobre os componentes automotivos feitos de alumínio, são 40% a 50% mais leves que seus equivalentes em outros metais. A cada redução de 10% no peso de veículos, resultam economias de 6% a 8% no consumo de combustíveis. Nos últimos anos a indústria automobilística tem substituído mais materiais por alumínio e esse movimento deve acentuar-se no futuro. O conhecimento completo do ciclo de vida do alumínio permitirá à Alcoa desenvolver políticas para a neutralização das emissões de GEEs associadas a seus produtos, diminuindo assim a sua “pegada ecológica”;
- A Companhia é um dos membros fundadores do Green Building Council(http://www.gbcbrasil.org.br/pt/), movimento que promove a incorporação da sustentabilidade na construção civil, estimulando projetos que reduzam a utilização de recursos não renováveis, como energia e água, além de promover o uso de produtos locais que tenham ciclo de vida maior. O sucesso comercial dos empreendimentos imobiliários que seguem os padrões sugeridos pelo Green Building Council e buscam a certificação LEED mostra que a preocupação com o meio ambiente pode ser entendida como uma oportunidade econômica. Adicionalmente há evidências de que os custos de manutenção de edifícios sustentáveis são menores do que os dos prédios
convencionais;
- No Brasil a empresa identificou oportunidades para redução de emissões de GEEs em seus processos industriais e, consequentemente, a geração de créditos de carbono. Atualmente está iniciando os processos de validação para registro junto ao Mecanismo de Desenvolvimento Limpo da
ONU.
- O GHG Protocol, do qual a Alcoa é uma das 23 empresas membro fundadores, foi lançado em 12 de maio de 2008 com o objetivo de estabelecer uma cultura e metodologias de inventários corporativos no país. Foi desenvolvido pelo World Resources Institute (WRI) e pelo World Business Council for Sustainable Development (WBCSD) e trazido ao Brasil pelo WRI e GVCes (Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas)
- O Pacto de Ação em Defesa do Clima foi assinado em Abril de 2007 pela Alcoa. Seu objetivo é promover a adoção pelo Brasil de ações que, assegurando a continuidade do desenvolvimento econômico, contribuam para reduzir as emissões de gases de efeito estufa na atmosfera. Essas ações contemplam aspectos como a valorização de uma matriz energética limpa, o estímulo às inovações tecnológicas, à introdução de hábitos de consumo mais sustentáveis e à criação de mecanismos políticos, jurídicos e econômicos que, por meio de um processo participativo e transparente, permitam o estabelecimento de uma agenda pró-ativa e construtiva no País.
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