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Alcoa no Brasil
Efeito estufa e mudanças climáticas 
O desafio da economia face às mudanças climáticas
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As mudanças climáticas são indiscutivelmente reconhecidas como um dos maiores desafios atuais. Evidências científicas como os estudos do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês – http://www.ipcc.ch) confirmaram que a atividade humana está mudando o clima no planeta. Esse fato tem implicações significativas sobre nossa vida diária. O segundo Valor da Alcoa, relacionado à Saúde, Segurança e Meio Ambiente, diz: “Trabalhamos com segurança, de modo a proteger e promover a saúde e o bem-estar das pessoas e do meio ambiente” Esse Valor tem como um de seus princípios apoiar o desenvolvimento sustentável, incorporando responsabilidade social, sucesso econômico e excelência ambiental aos processos de tomada de decisão da Empresa. Baseada nesse princípio, a Alcoa reconhece o problema das mudanças climáticas e, sempre que possível, realiza ações para melhorar esse quadro em parceria com outras lideranças empresariais, governos e grupos sociais. No Brasil a Alcoa é membro fundador, ao lado de outras empresas e entidades, do Pacto de Ação em Defesa do Clima (http://www.cebds.org.br), criado para unir a sociedade brasileira em favor da elaboração e implementação de uma Política Nacional de Mudanças Climáticas. A Alcoa é também signatária do GHG Protocol (http://www.ghgprotocol.org), que cria padrões para o inventário de emissões de GEEs e estimula as empresas a implementá-lo. 

O desafio da economia face às mudanças climáticas
Assim como os gases que prejudicam a camada de ozônio passaram a ser substituídos após a implantação, em 1987, do Protocolo de Montreal sobre Substâncias que Destroem a Camada de Ozônio – ao qual o Brasil aderiu em 1990 – a emissão de Gases de Efeito Estufa também terá de ser reduzida. Desta vez, porém, a escala da mudança é muito maior. Se as concentrações atuais de GEEs na atmosfera já são consideradas perigosas, só será possível evitar que elas alcancem níveis que desencadeiem mudanças climáticas importantes se houver forte redução das emissões desses gases pelas atividades humanas. Em outras palavras, a utilização de combustíveis fósseis, que transfere carbono do subsolo para a atmosfera, terá de diminuir e novas maneiras de produzir energia, bens e serviços deverão ser criadas. Tecnologias inovadoras precisam ser desenvolvidas e aplicadas. Fábricas e pensamentos obsoletos terão de ser transformados ou serão abandonados, seja por conta de regulamentos governamentais, pressão da sociedade civil ou pelas forças de mercado, por meio de um consumo cada vez mais consciente dos cidadãos. É necessário mudar muitos dos padrões de consumo e de desenvolvimento adotados na era contemporânea. E essa mudança já está ocorrendo.
Um mecanismo que é importante neste contexto é a criação do mercado de créditos de carbono, que consiste na comercialização de títulos que representam a diminuição de GEEs, seja por meio de sua captura da atmosfera — pelo plantio e replantio de florestas, por exemplo — ou evitando emissões pela adoção de novas tecnologias. Em termos práticos os créditos de carbono possibilitam que iniciativas de redução de GEEs sejam economicamente viáveis.

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