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30/10/08 -
Entrevista: Eduardo de Mattos Egydio, estudante de Desenho Industrial da Universidade Estadual Paulista
(UNESP/Bauru-SP), vencedores do 6º Prêmio Alcoa de Inovação em Alumínio na categoria
Projeto, modalidade Estudante, com o trabalho ‘Design e Inclusão: projeto de andador dobrável’.
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Qual é a importância ao participar de uma premiação como essa?
Eu acredito que um concurso como esse tem muita notabilidade no meio estudantil. Minha equipe e a de outros colegas inscrevem-se para o Prêmio. Existem vários reconhecimentos para os estudantes e o da Alcoa é um dos mais importantes, com certeza. Sempre tivemos conhecimento desse concurso por meio dos murais na faculdade e também por endereços eletrônicos na internet. Para quem é estudante, que é meu caso, uma iniciativa como essa certamente prepara o aluno para o mercado de trabalho, abrindo oportunidades futuras.
Ao serem anunciados vencedores, como foi a repercussão na faculdade, com familiares e amigos?
Fomos anunciados como vencedores durante uma bela cerimônia que é realizada anualmente em São Paulo-SP. Recebemos diversas ligações de colegas que já sabiam que estávamos entre os finalistas e acreditavam na nossa vitória. Os parentes também foram comunicados e nos parabenizaram naquele instante. Foi muito emocionante. Além disso, essa premiação foi divulgada por meio do correio eletrônico e site da universidade. Essa divulgação interna permitiu que pudéssemos apresentar nosso trabalho para outros colegas.
Qual foi a contribuição profissional que o Prêmio Alcoa pôde trazer a você?
Estou estagiando há oito meses no setor de design da Astra s/a Indústria e Comércio, em Jundiaí-SP. Durante o processo seletivo, tive a oportunidade de apresentar nosso projeto, vencedor do prêmio. E tenho certeza de que isso pesou na hora de me contratarem. Participar do Prêmio Alcoa valoriza o seu curriculum.
Qual foi o momento mais crítico durante a execução do projeto?
Como o nosso trabalho partia do pressuposto de auxiliar os idosos, teríamos de fazer algo diferente para poder ter chance de ficar entre os finalistas. Decidimos que a melhor maneira de elaborar um projeto vencedor seria realizando entrevistas com os próprios idosos, para identificar as reais necessidades que teríamos de utilizar no desenvolvimento do projeto. E isso foi uma escolha certa.
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12/09/08 -
Entrevista: Marcos André de Oliveira, vencedor do Prêmio Alcoa Inovação em Alumínio em 2007
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Com o projeto “O Selo Aluminiar e a inovação do ciclo da reciclagem do alumínio em busca da sustentabilidade”, ele e os colegas Eduardo Miguel da Silva e Carlos Henrique Melo ganharam o Prêmio na Categoria Planejamento de Gestão, modalidade profissional.
Durante a execução do trabalho, qual é o momento mais crítico?
O momento de colocar no papel, dentro do padrão exigido pelo prêmio, a concepção de uma idéia inovadora.
Você acredita que a experiência adquirida nas edições anteriores pode ajudar no concurso desse ano?
Acredito que a experiência que adquiri nas edições anteriores pode me ajudar nesse ano, mas é preciso muito mais que isso. É preciso ter uma boa idéia, empenho e muito trabalho para estruturar o projeto. A experiência ajuda a buscar resultados satisfatórios.
Participar de concursos traz experiência. Como isso tem colaborado para a sua carreira?
Para participar de um Prêmio deste porte é preciso grande dedicação e planejamento - iniciar e finalizar com êxito todo o trabalho. O mesmo vale na construção da carreira: é preciso ter disciplina, criatividade, espírito empreendedor e saber inovar. Tudo isso, claro, apresentando resultados positivos. O prêmio agrega valor ao currículo, claro. Isso é inegável.
Quais dicas você pode passar aos participantes desse ano?
A minha dica é simples: acreditar em suas idéias e trabalhar com afinco para realizá-las. Esse é um dos segredos do sucesso no Prêmio Alcoa. Eu e meu grupo acreditamos em nossa idéia e vencemos. Essa é a minha dica: acreditar e trabalhar.
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05/09/08 -
Entrevista: Nazir Abdo, jurado do Prêmio Alcoa de Inovação em Alumínio em 2007
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Nazir é engenheiro civil, formado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo-USP. Com 50 anos de experiência na indústria, entre seus trabalhos destacam-se o projeto de expansão do Shopping Iguatemi de Campinas além de trabalhos para hospitais, empresas e hotéis. É também consultor da Associação Brasileira do Alumínio-ABAL e autor do livro “Estruturas de Alumínio”. Atualmente é sócio-gerente da Alaxis Tecnologias Inovativas Ltda, que desenvolve estruturas espaciais e convencionais em aço ou alumínio.
Que tipo de trabalho desperta o interesse do júri?
Os trabalhos que despertam o interesse dos jurados do Prêmio Alcoa são os projetos com idéias originais, que saem do senso comum. O júri se interessa também por projetos que saiam do âmbito acadêmico/científico e possam ser desenvolvidos e utilizados profissionalmente.
O que os participantes não podem errar?
Não se admite também erros quanto ao conhecimento das formas disponíveis deste metal. Ou seja, estudem tudo e um pouco mais sobre as infinitas possibilidades de aplicação do alumínio.
Qual é a importância em participar de um Prêmio como esse?
Essa é uma grande oportunidade para se adquirir bagagem profissional, pela importância e repercussão do Prêmio Alcoa. Ter no currículo um Prêmio como esse é uma grande conquista para um profissional. A participação garante, também, visibilidade na mídia, uma vez que existe ampla divulgação do Prêmio e de seus resultados nos meios de comunicação.
Como os profissionais e estudantes podem tirar proveito das vantagens do alumínio?
O alumínio possui grandes vantagens quando comparado a outros metais. Ele é mais resistente à corrosão, é fácil de ser trabalhado e tem grande capacidade de modulação. Quando falamos em extrudados é importante que se considere a resistência do metal e a integração de diversas funções em um só perfil. Além disso, o alumínio se compõe facilmente dentro de um conjunto. Sabendo disso, os estudantes podem tirar grande proveito deste metal e assim, desenvolver grandes trabalhos.
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28/08/08 -
Entrevista com Luis Carlos Paschoarelli, professor da Universidade Estadual Paulista-UNESP Bauru-SP.
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Foi orientador dos estudantes Kauré Ferreira Martins e Eduardo de Mattos
Egydio, do curso de Desenho Industrial, vencedores do 6º Prêmio Alcoa de Inovação em Alumínio na categoria
Projeto, modalidade Estudante, com o trabalho ‘Design e Inclusão: projeto de andador dobrável’.
Quais são os maiores desafios que os participantes encontram no desenvolvimento do trabalho? Como lidar com eles?
Acredito que seja adequar a proposta à realidade técnica, de maneira que atenda todos (ou a maioria dos) requisitos do projeto. Associar função, aplicação tecnológica, design, inserção social, meio-ambiente, entre outros fatores e, principalmente, alinhar todos esses fatores, é um desafio enorme. Uma vez conquistado, garante a qualidade do projeto e o reconhecimento da sociedade. Talvez a melhor maneira para se lidar com esse desafio seja a atitude profissional que os participantes devam tomar, principalmente caracterizada pela dedicação e confiança no projeto.
O que é imprescindível na orientação para um projeto ir além do esperado?
Dar o incentivo aos alunos para que se tornem não apenas pessoas dedicadas e/ou especialistas, mas antes, torná-los apaixonados pelo projeto, pela inovação tecnológica e pela verdadeira possibilidade de mudança social da nação brasileira que está, justamente, numa nova ação tecnológica e científica. Pensar no impacto futuro do produto (e não apenas no produto em si) é ir além das expectativas.
Qual conselho você transmitiria aos participantes dessa edição?
O Prêmio Alcoa é uma iniciativa brilhante do setor produtivo brasileiro. É um incentivo ao desenvolvimento tecnológico nacional, utilizando o alumínio como matéria-prima. O Prêmio proporciona uma excelente oportunidade para que pesquisadores, estudantes e profissionais apresentem suas idéias de pesquisa e desenvolvimento e inovação técnica, e concorram não apenas a uma premiação (que é muito incentivadora), mas, principalmente, ao reconhecimento tecnológico de suas propostas. Nesse sentido, acredito que as pessoas inscritas e que estão elaborando seus projetos devam aplicar sua máxima capacidade para alcançar, pelo menos, a classificação entre os finalistas, o que já é um grande mérito. Nesta etapa, a dedicação, concentração e, principalmente, a “paixão” pelo projeto deverão fazer a diferença.
Como o Prêmio Alcoa pode contribuir com o desenvolvimento pessoal e profissional dos participantes?
Acredito que não haja meios para descrever a contribuição para o desenvolvimento dos participantes do Prêmio Alcoa. A maioria deles acredita apenas na premiação em si, e que isto é o mais importante. De fato, chegar à final, e mais, alcançar o primeiro lugar é muito satisfatório, além do troféu e do certificado. Mas não se pode desconsiderar outra grande contribuição que o Prêmio proporciona: a experiência de desenvolver a proposta de um novo produto e ser reconhecido por sua qualidade tecnológica e de inovação. Isto é fundamental para quem pretende dar continuidade ao seu desenvolvimento profissional e tecnológico.
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07/08/08 -
Entrevista com José Roberto Giosa, jurado do Prêmio Alcoa de Inovação em Alumínio nas edições de 2006 e 2007.
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Formado em economia e jornalismo, atuou como gerente de reciclagem da Reynolds Latasa (atual Rexam), lançando as bases do que seria o único projeto de reciclagem de embalagens totalmente integrado do país. Durante 15 anos foi coordenador da Comissão de Reciclagem da Associação Brasileira de Alumínio-Abal. Profere palestras em universidades e cursos de graduação e pós-graduação em gestão de negócios. Prepara-se para lançar um livro contando a história da reciclagem, casos pitorescos e os fatores que tornaram a atividade meio de vida para mais de 180 mil brasileiros.
“Muitas vezes, os participantes descrevem o produto ou idéia com alguns pressupostos que só eles conhecem.”
Quais critérios são utilizados para a escolha de um bom trabalho?
O próprio regulamento do concurso define os critérios que, aliás, foram formatados com base na experiência de seis anos do Prêmio Alcoa. A cada ano, há uma evolução na forma de analisar a profundidade da idéia, seu caráter inovador, a aplicação no mundo real, a um custo plausível e sempre levando em conta a realidade brasileira. Uma boa idéia, mas que custa demasiado caro ou envolve grau de dificuldade elevado, está condenada a ser apenas uma boa idéia...
Quais os erros mais comuns praticados pelos participantes? E o que desperta o interesse do júri?
A apresentação do produto é o cartão de visitas. O projeto deve ser apresentado logo no início, em linguagem clara e simples, destacando o que norteou seu desenvolvimento, benefícios esperados ou mesmo testados. Muitas vezes, os participantes descrevem o produto ou idéia com alguns pressupostos que só eles conhecem. Os candidatos devem evitar citações longas e desnecessárias. Muitas boas idéias, na minha opinião, perderam eficácia porque foram mal apresentadas ou de forma apressada e incompleta.
Dados relativos ao projeto em escala piloto devem, de preferência, ser incluídos. Facilita o entendimento e dá uma segurança maior em relação aos benefícios esperados. A idéia não pode estar divorciada da realidade.
Qual é a importância em participar de um Prêmio tão importante como esse?
É uma rara oportunidade de se conhecer a criatividade de jovens talentos e profissionais consagrados, ao mesmo tempo. Participo da Comissão Julgadora há quatro anos e ainda me surpreendo com novas e incrivelmente criativas aplicações para o alumínio, em suas diversas formas e estilos. Eu me reciclo, em termos de conhecimento e desenvolvimento de trabalhos que nascem, muitas vezes, em salas longe dos centros urbanos. A capacidade de criação e ousadia do brasileiro talvez seja única. Associadas às características do alumínio resultam em soluções e aplicações inovadoras. Mas inovadoras mesmo!
Que dicas você transmitiria aos participantes desse ano?
Foquem o trabalho sempre levando em conta a aplicação prática. Boas idéias, mas apenas mirabolantes ou inovadoras, não resultam em benefício direto à comunidade. Questionem a relação custo-benefício, a possibilidade de atingir o maior número possível de pessoas, tempo de construção, facilidade de implantar a idéia e simplicidade. O que é belo e útil, quase sempre é simples. A manutenção do produto é outro ponto-chave. Não se esqueçam que a linguagem deve ser acessível a quem toma contato com a idéia, independente se ser engenheiro ou especialista em alumínio. Comunicar bem é vender
bem.
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31/07/08 -
Entrevista com Erwin Rolf Madisson Júnior – reitor do Centro Universitário de Itajubá-MG
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O Centro Universitário de Itajubá - UNIVERSITAS - é uma instituição de ensino mantida pela Fundação de Ensino e Pesquisa de Itajubá-MG, resultante da unificação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras e Faculdade de Engenharia Civil de Itajubá. Os Centros Universitários são instituições de ensino pluricurriculares, abrangendo uma ou mais áreas do conhecimento, que se caracterizam pela excelência do ensino oferecido.
“Quando a empresa soube que ele era um dos vencedores, o apoiou plenamente, inclusive com o transporte para ir até São Paulo-SP receber o Prêmio Alcoa, além de conceder um reajuste salarial.”
Como fica o ambiente antes, durante e após o término do Prêmio Alcoa?
Quando soubemos da criação do concurso (em 2002), foi tudo muito novo para nós. Não havia expectativa por parte de todos, ninguém sabia o que estava por vir. Com o anúncio da nossa primeira vitória (em 2006), o clima de euforia foi imenso por aqui. A partir dessa conquista, um clima de competição extremamente saudável foi instaurado. É um corre-corre em busca de informações que possam contribuir com o desenvolvimento de trabalhos consistentes. O empenho e a dedicação dessa turma tornaram-se evidentes nos últimos anos.
Qual é a importância desse concurso para a universidade e alunos?
Esse concurso, desde a abertura das inscrições, mobiliza toda a universidade. Temos muitos alunos em nossa instituição que trabalham pela manhã e estudam no período noturno. Mesmo com todo esse esforço, muitos deles têm orgulho em poder participar de um Prêmio tão importante, promovido por uma empresa global e totalmente engajada pela sustentabilidade.
Quando nossos estudantes são premiados nesse concurso, organizamos uma cerimônia de confraternização. Convidamos professores, os alunos vencedores e todos os familiares, que são extremamente fundamentais para o êxito desses jovens.
Qual é a contribuição que um Prêmio como esse pode trazer aos estudantes e professores?
O resultado mais positivo de um concurso tão importante como esse é a valorização de quem participa. O Paulo (Fonseca Júnior, vencedor em 2006) trabalhava na época em uma companhia multinacional e estudava aqui à noite. Quando a empresa soube que ele era um dos vencedores, o apoiou plenamente, inclusive com o transporte para ir até São Paulo-SP receber o Prêmio Alcoa, além de conceder um reajuste salarial. É gratificante vermos um aluno nosso ser reconhecido no mercado por um trabalho acadêmico. E isso se reflete no orgulho de nossos professores, que têm a ciência de que estão orientando esses alunos corretamente.
Para se destacar no concurso, o que o estudante deve fazer? Onde não pode falhar?
A gente sempre brinca por aqui que tem de ter determinação. A vida deles não pode ficar resumida na participação ou conquista de um concurso, mas sim marcada pelo empenho diário. Isso é válido para o sucesso pessoal e profissional de todo
mundo.
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24/07/08 -
Entrevista com Lutero Proscholdt Almeida – vencedor do Prêmio Alcoa de Inovação em Alumínio em 2007, na categoria
Profissional.
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Arquiteto de Viana – ES, Lutero desenvolveu um projeto que agregou o conceito de nomadismo voluntário aos recursos tecnológicos e digitais – o Tatu Hausmachine (unidade habitacional móvel) - rendendo o Prêmio Alcoa de Inovação em Alumínio 2007, na categoria Profissional. Explorou com eficiência o uso da leveza do alumínio pela necessidade do “tatu” ser rebocado por outro veículo.
“O Prêmio proporciona o destaque das qualidades e propriedades do alumínio. Mostrar as características do metal é importante para expandir a visão do que pode ser pensado e criado com ele“.
Qual é a sua expectativa para essa edição?
São as melhores possíveis. Na edição anterior, quando participei pela primeira vez, obtive ótimos resultados. Essa vitória facilita a minha participação nesse ano, trabalhando com mais vontade e empenho. Por esse motivo, já estou indo atrás de empresas e tenho expectativas muito boas quanto a isso.
Quais são os desafios que terá de enfrentar?
Acho que pelo nível dos concorrentes, será o mesmo desafio do ano passado. Esse ano tenho mais confiança por ter saído vitorioso em 2007, mas vou trabalhar com o mesmo empenho. O meu principal desafio é o tempo. Para isso, estou à procura de empresas que me auxiliem com as questões técnicas do projeto. Quero elaborar um trabalho que seja mais compreendido pelo mercado.
Como pretende inovar?
Quero trabalhar com assuntos mais próximos à realidade e inovar a partir daí. Quero reinventar algo para a construção civil. Não inventar um produto novo, mas inovar a partir daquilo já existente no mercado, proporcionando novas contribuições e utilidades de algo usado no cotidiano das pessoas.
O que deve ser feito para obter sucesso num concurso como esse?
É primordial ter vontade, se apegar ao projeto e realizá-lo com prazer. Deve-se, também, dedicar-se às pesquisas técnicas para tornar o projeto mais rico e não deixar de lado a apresentação do mesmo. Ela deve ser feita da melhor maneira possível, para que haja facilidade de entendimento. Não adianta dedicar tempo para um “super” projeto e pecar na apresentação.
Qual a contribuição que o alumínio oferece para quem participa do concurso?
O Prêmio proporciona o destaque das qualidades e propriedades do alumínio. Mostrar as características do metal é importante para expandir a visão do que pode ser pensado e criado com ele. O concurso possibilita exatamente isso: mostrar as novidades e possibilidades de criações que podem ser pensadas com o uso do alumínio.
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17/07/08 -
Entrevista com Fernando Almeida, presidente do CEBDS-Conselho
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Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável
Fundado em 1997, o CEBDS é uma coalizão dos maiores e mais expressivos grupos empresariais do Brasil. Com faturamento anual correspondente a 40% do PIB nacional, as empresas ligadas à entidade geram juntas mais de 600 mil empregos diretos e um número mais expressivo ainda de empregos indiretos. O CEBDS integra uma rede global de mais de 50 conselhos nacionais que estão trabalhando para disseminar uma nova maneira de fazer negócios ao redor do mundo. A entidade é representante do World Business Council for Sustainable Development-WBCSD, que conta com a participação de 185 grupos multinacionais, faturamento anual de US$ 6 trilhões e responsável por 11 milhões de empregos diretos.
“Ao pensar no seu projeto, leve em consideração a essência do desenvolvimento sustentável: a articulação harmoniosa entre as dimensões econômica, social e ambiental”
Como as empresas e sociedade podem contribuir pela sustentabilidade?
A sustentabilidade só será consolidada quando formos capazes de implementar uma radical mudança no modelo de negócios e no padrão de desenvolvimento. Portanto, a participação desses dois atores é imprescindível. Tenho defendido a tese de que a construção de uma sociedade sustentável depende do entendimento estruturado e transparente entre governos, empresas e entidades civis.
Qual é a importância de se promover um concurso voltado à sustentabilidade?
Trata-se de uma iniciativa extremamente positiva por estimular e mobilizar a sociedade para a questão da sustentabilidade. A produção de conhecimento – seja na área de inovações tecnológicas, seja na área de gestão de processos – funciona como uma espécie de motor para gerar massa crítica e formar líderes. Sem conhecimento e sem liderança, não seremos capazes de implementar o novo modelo de desenvolvimento que apregoamos. A Alcoa está de parabéns.
A sustentabilidade está conquistando o devido espaço que merece?
Apesar do senso de urgência, o conceito de sustentabilidade está ainda muito preso a uma elite. Ainda não se disseminou na sociedade a ponto de se popularizar. Essa popularização é fundamental para acelerar o processo de mudança. Mais consciente, a população estará mais capacitada a optar por produtos e serviços desenvolvidos de forma responsável, como também para escolher governantes de fato comprometidos com a causa do desenvolvimento sustentável.
Quais sugestões você daria aos participantes desta edição do Prêmio?
Diria aos participantes que, ao pensar no seu projeto, leve em consideração a essência do desenvolvimento sustentável: a articulação harmoniosa entre as dimensões econômica, social e ambiental. Observem o exemplo do biocombustível, que é uma inovação com potencial para reduzir os níveis de emissão de CO2 e, portanto, contribuir para reverter o risco do aquecimento do planeta. O biocombustível só será sustentável se for produzido de maneira adequada, sem destruir florestas e sem promover trabalho
escravo.
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03/07/08 -
Entrevista: Márcio Gonçalves Cardial, publisher da revista Alumínio
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A revista Alumínio trata de um mercado em expansão, globalizado e dinâmico, que não pára de investir na produção e no desenvolvimento de aplicações em alumínio. Além de refletir sobre a importância econômica deste segmento no País, a revista traz para indústria, instituições de ensino, associações e órgãos do governo, informações de fomento à aplicação do metal e matérias setoriais.
“O Prêmio Alcoa de Inovação é uma contribuição da Alcoa tanto para o estudante e o profissional, que têm ali um espaço para apresentar e divulgar seus trabalhos, quanto para a própria indústria, no sentido de lançar mão dos talentos revelados e ter acesso aos seus projetos inovadores”.
Quais são as últimas novidades tecnológicas que o alumínio propiciou à sociedade?
Os projetos contemplados pela última edição do Prêmio Alcoa de Inovação são ótimos exemplos dos avanços tecnológicos do alumínio e que, ao serem viabilizados, beneficiarão a sociedade. Entre eles, um andador que, diferentemente dos existentes no mercado, se adapta às características físicas do brasileiro; um fogão que, para seu funcionamento, utiliza alumínio, óleo de cozinha e energia solar; e uma “casa”, toda de alumínio, que oferece perfeitas condições habitacionais e mínimo impacto ambiental.
Além do caráter experimental da academia, a evolução tecnológica do setor é realidade e oferece sustentabilidade, eficiência, qualidade e economia.
Pesquisas realizadas por institutos qualificados no mundo constataram que o alumínio absorve melhor o impacto em colisões e acidentes automobilísticos, aumentando a segurança de motorista e passageiros. Estudos também revelaram que o metal permite a fabricação de modelos mais leves, econômicos e eficientes. Como conseqüência dessa evolução tecnológica na indústria automotiva, carros de diferentes marcas chegam ao mercado com número cada vez maior de componentes de alumínio em sua estrutura.
Além da revista Alumínio, quais fontes de pesquisa você recomendaria aos participantes dessa edição?
O Guia de Fornecedores de Produtos e Serviços do Alumínio, anuário que a Segmento publica. Também a revista Casa e Alumínio, publicação anual que terá sua primeira edição no mercado em Setembro desse ano, além da Associação Brasileira do Alumínio-ABAL, que mantém um portal (www.abal.org.br) que atua como fonte de informação e conhecimento. Oferece agenda de cursos, seminários e outros eventos, mantém o boletim Aluauto, sobre indústria automotiva, links com sites interessantes, notícias do setor e um menu com temas variados, sempre focados no alumínio e suas aplicações.
Como os participantes do Prêmio Alcoa podem tirar proveito das propriedades e aplicações em alumínio?
O alumínio é um material extremamente versátil para aqueles que buscam o desenvolvimento de produtos diferenciados, seja no design e na eficiência, seja na característica sustentável e ecologicamente responsável ou nas suas propriedades inerentes, como resistência à corrosão; leveza, flexibilidade e durabilidade; proteção contra umidade, luz e ação de outros agentes externos, só para mencionar algumas. Graças a essa diversidade de qualidades, os participantes podem explorar as muitas possibilidades de aplicações que o material oferece.
Qual a importância desse prêmio para alguém que pretende ingressar no mercado de trabalho?
Só o fato de ser uma iniciativa da Alcoa abre uma porta de entrada no mercado, já que se trata de um importante “selo” de qualidade e de renome. Mas, sobretudo, o prêmio destaca talentos e seus projetos mais inovadores, conferindo-lhes valiosa
visibilidade.
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26/06/08 -
Entrevista: André Vilhena, diretor-executivo do Cempre - Compromisso Empresarial para Reciclagem
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Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre) é uma associação sem fins lucrativos dedicada à promoção da reciclagem dentro do conceito de gerenciamento integrado do lixo. Fundada em 1992, o Cempre é mantido por empresas privadas de diversos setores.
A entidade trabalha para conscientizar a sociedade sobre a importância da redução, reutilização e reciclagem de lixo por meio de publicações, pesquisas técnicas, seminários e bancos de dados. Os programas de conscientização são dirigidos principalmente para formadores de opinião, tais como prefeitos, diretores de empresas, acadêmicos e organizações não-governamentais.
Nesta entrevista, o diretor-executivo do Cempre comenta sobre as atividades da associação e a importância da reciclagem no Brasil.
Como a reciclagem pode contribuir pela sustentabilidade?
O avanço da reciclagem no Brasil é importante para que você torne sustentável todos os produtos, incluindo o alumínio, do ponto de vista do uso e do descarte. O alumínio é um material que tem um alto índice de reciclagem e percebido pelo consumidor como ajustado às práticas sustentáveis.
As empresas estão sabendo lidar com a reciclagem?
Hoje é difícil não haver uma empresa que não esteja atenta à questão da reciclagem e reutilização, principalmente em uma linha de produção industrial. Na questão do pós-consumo a gente tem visto o engajamento e o incentivo a projetos como o Cempre, apoiada pela Alcoa e outras grandes empresas.
Como a reciclagem está sendo lidada em outros países?
Hoje o Brasil é um dos países em desenvolvimento com maior índice de reciclagem. Falando especificamente do alumínio, o nosso País é um dos principais recicladores do planeta, mesmo comparando com nações desenvolvidas. O papel social da coleta seletiva do alumínio no Brasil é muito importante e um diferencial, tanto que outros países em desenvolvimento têm se inspirado em nosso modelo de reciclagem para criarem projetos semelhantes ao nosso.
A reciclagem tem influenciado o dia-a-dia das pessoas?
Do ponto de vista social é marcante. A coleta seletiva de lixo emprega uma grande quantidade de mão-de-obra, especialmente com uma população que tem dificuldade de inserção no mercado de trabalho tradicional, muitas vezes pela baixa qualificação. Dessa forma, essas pessoas encontram na coleta seletiva uma alternativa de renda constante e a lata de alumínio ajuda muito nesse trabalho, por ser um dos itens de maior valor agregado encontrado no lixo urbano.
Quais dicas você passaria aos participantes dessa edição, que lidarão com os temas gestão da reciclagem, produtos e aplicações?
Valorizar esse componente social. A partir do momento que a gente entra na busca constante pela sustentabilidade, é preciso pensar no tripé econômico, social e ambiental. Acredito que os candidatos deveriam valorizar as oportunidades e os impactos do ponto de vista social desse projeto. Além de poderem tirar proveito da utilização da lata de alumínio, os participantes devem ficar atentos aos resíduos da construção civil, eventualmente com as esquadrias, que podem trazer boas idéias e soluções para o tema a ser
desenvolvido.
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12/06/08 -
Entrevista: Márcio Hessel Verraci, estudante do Centro Universitário de Itajubá – MG.
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Foi vencedor, em 2006, com o projeto “aquecedor solar alternativo”. No ano passado, ele e os alunos Luciana A. Rodrigues, Paulo Henrique de Faria e Luiz Fernando R. Alves conquistaram a categoria Planejamento de Gestão, modalidade Estudante, com o trabalho ‘SOL-ÃO – Fogão Alternativo’.
Você acredita que a experiência adquirida nas edições anteriores pode ajudá-lo no concurso desse ano?
Eu acredito que a experiência adquirida nas edições anteriores possa ajudar no desenvolvimento do projeto desse ano. Sabemos que a qualidade dos trabalhos encontrada no Prêmio Alcoa de Inovação em Alumínio é muito boa e, diante disso, teremos de superar esse desafio. Como vencemos as duas últimas edições, naturalmente haverá uma cobrança de todos que estão à nossa volta. É um desafio interessante e estamos preparados para enfrentar.
Durante a execução do trabalho, qual é o momento mais crítico? Como superá-lo?
Durante a execução do projeto, o momento mais crítico, ou o mais difícil, é escrever a idéia dentro dos padrões exigidos. É muito difícil expressar, de maneira simples e objetiva, o quanto o projeto é necessário. Mas todo o trabalho é complexo, desde a sua concepção, discussão, até a aceitação da idéia pela equipe.
Participar de concursos traz experiência. Como isso tem colaborado para a sua carreira?
Traz muita experiência profissional e pessoal. É muito gratificante e emocionante ter um projeto finalista nesse Prêmio porque o nome dos vencedores dos projetos só é anunciado em um evento, contando com a presença de todos os finalistas.
Para a minha carreira, essa participação foi bem valiosa. Realizamos palestras para os alunos que estão ingressando na faculdade, mostrando a eles a importância em participar de concursos tecnológicos, além do aprendizado e estímulo às novas idéias. Essa exposição, sem dúvida, traz benefícios para a questão profissional.
Quais dicas você poderia passar aos participantes desse ano?
A dica que eu gostaria de deixar aos participantes é: acredite nas suas idéias, pois as mais simples são sempre as melhores, nunca deixe que pessoas falem que não vai dar certo, que é impossível ganhar. Trabalhe em busca de um ideal, acredite.
Eu acreditei, e por dois anos consecutivos conseguimos nossos objetivos, e porque não, continuar acreditando nesse ano
novamente?
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05/06/08 -
Entrevista: arquiteto Ruy Ohtake.
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Reconhecido
internacionalmente, o arquiteto Ruy Ohtake coleciona em sua carreira diversos prêmios e assinatura em projetos destacados no País e no exterior. Entre
eles, a embaixada do Brasil no Japão, estádio de futebol do Barcelona de
Guayaquil-Equador, jardins e museu aberto da OEA-Organização dos Estados
Americanos, em Washington-EUA. Foi premiado na IX Bienal Internacional de Arquitetura de Buenos Aires, pelo projeto do Instituto Tomie
Ohtake, localizado em São Paulo; recebeu o título de Professor Emérito, concedido pela Universidade Católica de Santos –
UNISANTOS, em 2007.
“A apresentação de uma idéia inovadora se consolida quando muito bem embasada
tecnicamente”
Qual a sua avaliação do atual estágio da arquitetura brasileira?
Em termos criativos, a arquitetura brasileira está num estágio muito avançado. No campo tecnológico, a melhora da situação econômica do País ainda não foi totalmente revertida para esse
aspecto. Acredito que nos próximos anos a tecnologia arquitetônica apresentará grandes avanços no
Brasil.
Como os profissionais e estudantes podem tirar proveito das vantagens do alumínio?
As vantagens do alumínio são imensas. Mesmo não havendo ainda um profundo conhecimento dos benefícios que o metal pode
oferecer, a proposta do Prêmio Alcoa proporciona a estudantes e profissionais diversas oportunidades de
aproveitar, ao máximo, o potencial de utilização do alumínio.
Quais dicas você poderia passar aos participantes da sétima edição do Prêmio?
A criatividade está em primeiro lugar, tem de ser algo inovador. A apresentação de uma idéia inovadora se consolida quando muito bem embasada
tecnicamente, ou seja, os participantes precisam realizar um bom trabalho de pesquisa sobre o tema
proposto.
Como a arquitetura pode contribuir pela sustentabilidade?
Com a utilização de materiais que evitem o desperdício, possam ser
reaproveitados, apresentem propriedade em eficiência energética e facilidade de manutenção. Um exemplo prático disso é o de um projeto que estamos discutindo com a Alcoa. Sugerimos a criação de um centro cultural em São Paulo, com
portas, pisos e paredes revestidos em alumínio. Essa é apenas uma idéia que pode contribuir pela
sustentabilidade.
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28/05/08 -
Entrevista: Gabriel Rodrigues Grinspum, vencedor da primeira edição do Prêmio Alcoa de Inovação em Alumínio, em 2002.
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| Ele e os alunos Felipe
Ferraz, Gustavo Wiering, Emerson Miki Ihara, Thiago Natal e Poliana Adashi, estudantes à época do curso de Arquitetura da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da
USP-SP, foram os vencedores na categoria Projeto, com o trabalho ‘Cobertura Tropical Itinerante’.
“Todo profissional precisa buscar reconhecimento no mercado. Concursos como o da Alcoa nos colocam no caminho certo”
Seis anos se passaram, mas o orgulho permanece o mesmo. Gabriel Rodrigues Grinspum, vencedor da primeira edição do Prêmio Alcoa de Inovação em Alumínio, realizada em 2002, tem registrado em sua memória fatos marcantes dessa importante conquista, desde a inscrição até o anúncio da vitória. “Os professores recomendaram que participássemos desse Concurso. Gostamos da idéia e agarramos a oportunidade. Estávamos tão engajados no projeto que nem percebemos o tempo passar. Quando vimos, já havia chegado a hora da entrega do trabalho”, recorda Grinspum.
Quando foram comunicados pela organização do Prêmio que haviam sido os vencedores, a emoção tomou conta de todos. “Não estávamos acreditando. Ficamos muito felizes com a vitória. A idéia que apresentamos, de uma cobertura tropical itinerante, contemplava aspectos de modernidade, praticidade e de adaptação urbana. Esses fatores ajudaram muito nessa importante conquista”, lembra o arquiteto.
Para Grinspum, a repercussão na faculdade e no trabalho foi muito positiva. “Recebemos uma carta da direção da Universidade cumprimentando nosso feito, além do carinho que recebemos de amigos e professores. No trabalho, fui elogiado pelos colegas”, conta o profissional. “À época, era estagiário no mesmo escritório que trabalho hoje (Brasil Arquitetura, em São Paulo). Foi um reconhecimento importante para prosperar na carreira”.
Hoje, aos 29 anos, Gabriel é arquiteto-coordenador da Brasil Arquitetura. O Prêmio Alcoa de Inovação em Alumínio foi o pontapé inicial para uma carreira vitoriosa. “No ano passado, conquistamos o prêmio e o projeto para a criação da nova sede da comunidade shalom (de judeus) na Vila Olímpia, em São Paulo. Além desse reconhecimento, fomos premiados na Bienal de Arquitetura de 2007 pelo projeto do Museu Rodin, em Salvador-BA. O trabalho contemplou restauro, revitalização e nova edificação”, afirma
O arquiteto dá um importante recado aos participantes dessa edição. “Todos os profissionais e estudantes precisam buscar reconhecimento na carreira. É indispensável participar de concursos como o Prêmio Alcoa, que incentiva novas idéias e a busca pela sustentabilidade. As vitórias impulsionam a carreira de todo bom profissional e nos colocam no caminho
certo”, finaliza.
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22/05/08 - Entrevista com Carla Mesquita, coordenadora do Prêmio Alcoa de Inovação em Alumínio, e Vanilda Queiroz, diretora da Joy Eventos, empresa que organiza o Concurso.
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Carla Mesquita e Vanilda Queiroz se dedicaram muito para que o Prêmio se tornasse referência nos universos acadêmico e profissional. Na edição de 2007, houve crescimento de 74% nas inscrições. E é esse sucesso que o Prêmio Alcoa conquistou e os organizadores pretendem mostrar aos participantes. Na entrevista, Carla conta sobre os grandes desafios desta edição e Vanilda fala dos bastidores dessa premiação.
Como surgiu a idéia do Prêmio?
Carla Mesquita: as práticas sustentáveis fazem parte dos Valores da Alcoa há muito tempo. Precisávamos, de alguma maneira, transmitir essa cultura à sociedade. Com a criação do Prêmio Alcoa de Inovação em Alumínio, em 2002, pudemos incentivar novas idéias para a aplicação e utilização sustentável do alumínio. É um compromisso que assumimos com a sociedade.
O que ele representa hoje?
Carla Mesquita: a sexta edição do Prêmio Alcoa de Inovação em Alumínio, no ano passado, registrou aumento de 74% sobre 2006, totalizando 1347 trabalhos inscritos. Esse crescimento mostra que o interesse pelo concurso entre estudantes e acadêmicos tem aumentado cada vez mais. A participação de profissionais, uma novidade na edição de 2007, também contribuiu sensivelmente para o aumento dos trabalhos inscritos. Isso comprova o sucesso do Concurso, aumentando ainda mais nossa responsabilidade pela qualidade da premiação. Além dessas estatísticas, sabemos que o pioneirismo do Prêmio no setor de alumínio foi fundamental para esse sucesso.
Para um Concurso ter sucesso, há alguns fatores determinantes. O que há por trás dessa premiação?
Vanilda Queiroz: há muita dedicação e empenho de toda a equipe, que conta com mais de 20 pessoas, contribuindo direta ou indiretamente para a realização dessa premiação. Logo que entregamos os prêmios aos vencedores de cada edição, começa uma nova maratona para outro Concurso. São reuniões, planejamento, pesquisa e praticamente um ano de trabalho para a realização do evento. São centenas de trabalhos avaliados pela comissão julgadora, intensa comunicação de todas as etapas do processo, organização do evento, enfim, uma logística que exige atenção e disciplina do staff do Prêmio
Quais desafios vocês terão nesta edição?
Carla Mesquita: o Prêmio Alcoa de Inovação em Alumínio chega à sétima edição com uma série de indicadores positivos, gerando muito orgulho. Mas, para conseguir bons resultados, é preciso muita dedicação. Todos os anos temos de superar as expectativas dos participantes desta premiação – estudantes, profissionais, organizadores, parceiros, comissão julgadora - , enfim, aprimorar o nível técnico-educacional da premiação e contribuir para o desenvolvimento do mercado de alumínio.
Quais resultados esperam?
Vanilda Queiroz: estamos bastante otimistas em relação aos trabalhos. Em todas as edições, a criatividade dos participantes tem pautado os comentários dos apoiadores e comissão julgadora. Em todos os anos temos visto projetos muito interessantes e isso tem sido um aspecto
marcante!
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