Usina Hidrelétrica Serra do Facão


Localizada no rio São Marcos, na divisa dos estados de Goiás e Minas Gerais, a Hidrelétrica Serra do Facão começou a ser construída em 2006. O empreendimento, sob a responsabilidade da Serra do Facão Energia S.A. (SEFAC), empresa formada por Furnas Centrais Elétricas S.A., Alcoa Alumínio S.A., Camargo Corrêa Energia e DME Energética, levou cerca de três anos para ser construído, com investimentos de R$ 1,063 bilhão.

Em 13 de julho de 2010, a SEFAC entrou em operação comercial. A concessão do uso desse recurso hídrico para produção de energia elétrica foi adquirida por meio de leilão realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), em 12 de julho de 2002, na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro.

 

Na composição acionária da SEFAC a Alcoa possui 34,97% de participação no consórcio. Os demais integrantes do investimento são: Furnas Centrais Elétricas S.A. (49,47%); DME Energética (10,9%) e Camargo Corrêa Energia (5,47%).

 

O reservatório da Usina Hidrelétrica Serra do Facão tem 227 quilômetros quadrados de área e abrange parcialmente áreas de cinco municípios goianos (Catalão, com 72,8%; Campo Alegre de Goiás, com 22,4%; Cristalina, com 0,6%; Davinópolis, com 0,4% e Ipameri, com 0,1%) e um de Minas Gerais (Paracatu, com 3,7%).

 

Durante a construção, o empreendimento chegou a gerar 4.800 empregos, sendo 1.600 diretos e 3.200 indiretos. A energia produzida pela Usina Hidrelétrica Serra do Facão, com potência instalada de 210 MW, está incorporada ao Sistema Interligado Nacional de Transmissão de Energia (SIN), distribuída para todo o território nacional e utilizada pelos consorciados, se necessário.

 

O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) do projeto da Usina Serra do Facão foi apresentado ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e amplamente debatido em diversas audiências públicas, realizadas nos municípios da área de abrangência do empreendimento. Propostas de melhorias e compromissos, apresentadas no EIA, foram validadas nas audiências, possibilitando a obtenção da Licença Prévia em abril de 2002, documento que atestou a viabilidade ambiental do projeto.

 

Em setembro de 2006, o Ibama renovou a Licença de Instalação, permitindo a construção da Usina de Serra do Facão. Em novembro de 2009, a usina obteve a Licença de Operação, válida até novembro de 2013.

 

 


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